Taty
Doente de novo... é só parar o antibiótico q volta tudo... não sei mais o q fazer...
Porem ficar em casa me rendeu algumas coisas... Fiz todas as tarefas atrasadas e pude ficar um pouco na net.. achei varias coisas interessantes, como o site do He-man, milhares de fotos sobre o Dolph Lundgren e finalmente consegui q o DVD do computador funcionasse.. nem acredito.. vi o filme direitinho, som não deu pau, nada.. perfeito..
Descobri (na verdade foi a Mari q me contou) sobre um programa bem legal chamado Kazaa, tem tudo lá, é bem simples.. já baixei o filme novo q nem estreou ainda aqui no Brasil, vários vídeos da sakura e agora to tentando achar o Red Scorpion, filme q o Dolph fez...
Bom, é isso por enquanto...

beijinhos
OI minha gente, tudo bem?

Bom, não fiz nada de mais hj, fui pro cursinho, vim pra casa, estudei e dormi.... liguei pra Mari.. passamos uma cara no telefone... Ai, eu estou realmente com vontade de dar uma mudada na minha vida, sei lá... não to muito legal como estou... não sei se é pq as provas do vestiba tão chegando, não sei se é o cansaço mas tá fogo... tô me sentindo meio perdida, não pertencente a um lugar definido.. não encontrei ainda uma razão.. um motivo q valha a pena... sei lá viu...
Ah, resolvi escrever... aqui esta a foto do meu priminho, tá ficando muito famoso.. depois de Sandy e Junior, agora tá trabalhando no canal da Disney... Ele é o mais fofo... :)
Há Metafísica Bastante em Não Pensar em Nada

O que penso eu do mundo?
Sei lá o que penso do mundo!
Se eu adoecesse pensaria nisso.


Que idéia tenho eu das cousas?
Que opinião tenho sobre as causas e os efeitos?
Que tenho eu meditado sobre Deus e a alma
E sobre a criação do Mundo?

Não sei. Para mim pensar nisso é fechar os olhos
E não pensar. É correr as cortinas
Da minha janela (mas ela não tem cortinas).

O mistério das cousas? Sei lá o que é mistério!
O único mistério é haver quem pense no mistério.
Quem está ao sol e fecha os olhos,
Começa a não saber o que é o sol
E a pensar muitas cousas cheias de calor.
Mas abre os olhos e vê o sol,
E já não pode pensar em nada,
Porque a luz do sol vale mais que os pensamentos
De todos os filósofos e de todos os poetas.
A luz do sol não sabe o que faz
E por isso não erra e é comum e boa.

Metafísica? Que metafísica têm aquelas árvores?
A de serem verdes e copadas e de terem ramos
E a de dar fruto na sua hora, o que não nos faz pensar,
A nós, que não sabemos dar por elas.
Mas que melhor metafísica que a delas,
Que é a de não saber para que vivem
Nem saber que o não sabem?

"Constituição íntima das cousas"...
"Sentido íntimo do Universo"...
Tudo isto é falso, tudo isto não quer dizer nada.
É incrível que se possa pensar em cousas dessas.
É como pensar em razões e fins
Quando o começo da manhã está raiando, e pelos lados das árvores
Um vago ouro lustroso vai perdendo a escuridão.

Pensar no sentido íntimo das cousas
É acrescentado, como pensar na saúde
Ou levar um copo à água das fontes.

O único sentido íntimo das cousas
É elas não terem sentido íntimo nenhum.
Não acredito em Deus porque nunca o vi.
Se ele quisesse que eu acreditasse nele,
Sem dúvida que viria falar comigo
E entraria pela minha porta dentro
Dizendo-me, Aqui estou!

(Isto é talvez ridículo aos ouvidos
De quem, por não saber o que é olhar para as cousas,
Não compreende quem fala delas
Com o modo de falar que reparar para elas ensina.)

Mas se Deus é as flores e as árvores
E os montes e sol e o luar,
Então acredito nele,
Então acredito nele a toda a hora,
E a minha vida é toda uma oração e uma missa,
E uma comunhão com os olhos e pelos ouvidos.

Mas se Deus é as árvores e as flores
E os montes e o luar e o sol,
Para que lhe chamo eu Deus?
Chamo-lhe flores e árvores e montes e sol e luar;
Porque, se ele se fez, para eu o ver,
Sol e luar e flores e árvores e montes,
Se ele me aparece como sendo árvores e montes
E luar e sol e flores,
É que ele quer que eu o conheça
Como árvores e montes e flores e luar e sol.

E por isso eu obedeço-lhe,
(Que mais sei eu de Deus que Deus de si próprio?).
Obedeço-lhe a viver, espontaneamente,
Como quem abre os olhos e vê,
E chamo-lhe luar e sol e flores e árvores e montes,
E amo-o sem pensar nele,
E penso-o vendo e ouvindo,
E ando com ele a toda a hora.

Alberto Caeiro
Ah, preciso falar um monte de coisas... sabe.. acho q não se vive sem amigos, principalmente sem um amigo como o Noam, q tem segurado cada barra sem noção pra tentar me ajudar... heheh, é bom que eu já sou um estagio pra quando ele for ser psiquiatra...
Ah, lembrei de outra coisa, pro Marcelo não falar que eu não falei sobre ele está aqui, to falando hehehe.. O Marcelo é um amigo meu, acho q já vai fazer um ano q nos conhecemos... um cara bem legal, complicado como eu e todos os meus amigos... Mas acho q ele agora está entrando nos eixos, né?!
É isso ai, não, lembrei de mais uma coisa... Bruno, tô ouvindo as músicas q vc me mandou e q está aprendendo a tocar... são MUUUUUITO legai...

Beijinhos
Ah, só um detalhe... comecei a curtir Billy Idol.... por causa dessa música Don´t need a gun...
TABACARIA
Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.

Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a por umidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.

Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
E não tivesse mais irmandade com as coisas
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada
De dentro da minha cabeça,
E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.

Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu.
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.

Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa.
Fui até ao campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei de pensar?

Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!
Gênio? Neste momento
Cem mil cérebros se concebem em sonho gênios como eu,
E a história não marcará, quem sabe?, nem um,
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.
Não, não creio em mim.
Em todos os manicômios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?
Não, nem em mim...
Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo
Não estão nesta hora gênios-para-si-mesmos sonhando?
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas -
Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -,
E quem sabe se realizáveis,
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?
O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta,
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim? Não, nem em nada.
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente
O seu sol, a sua chava, o vento que me acha o cabelo,
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistamos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordamos e ele é opaco,
Levantamo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.

(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)

Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei
A caligrafia rápida destes versos,
Pórtico partido para o Impossível.
Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas,
Nobre ao menos no gesto largo com que atiro
A roupa suja que sou, em rol, pra o decurso das coisas,
E fico em casa sem camisa.

(Tu que consolas, que não existes e por isso consolas,
Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva,
Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta,
Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida,
Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua,
Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais,
Ou não sei quê moderno - não concebo bem o quê -
Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire!
Meu coração é um balde despejado.
Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco
A mim mesmo e não encontro nada.
Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta.
Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam,
Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam,
Vejo os cães que também existem,
E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo,
E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)

Vivi, estudei, amei e até cri,
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.
Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso);
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente

Fiz de mim o que não soube
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.

Essência musical dos meus versos inúteis,
Quem me dera encontrar-me como coisa que eu fizesse,
E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte,
Calcando aos pés a consciência de estar existindo,
Como um tapete em que um bêbado tropeça
Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.

Mas o Dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.
Olho-o com o deconforto da cabeça mal voltada
E com o desconforto da alma mal-entendendo.
Ele morrerá e eu morrerei.
Ele deixará a tabuleta, eu deixarei os versos.
A certa altura morrerá a tabuleta também, os versos também.
Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta,
E a língua em que foram escritos os versos.
Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu.
Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente
Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas,

Sempre uma coisa defronte da outra,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra,
Sempre o impossível tão estúpido como o real,
Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície,
Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.

Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?)
E a realidade plausível cai de repente em cima de mim.
Semiergo-me enérgico, convencido, humano,
E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.

Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.
Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.

Depois deito-me para trás na cadeira
E continuo fumando.
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.

(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira
Talvez fosse feliz.)
Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela.
O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?).
Ah, conheço-o; é o Esteves sem metafísica.
(O Dono da Tabacaria chegou à porta.)
Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me.
Acenou-me adeus, gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o Dono da Tabacaria sorriu.

Álvaro de Campos, 15-1-1928
Estou bem melhor.... espero q as coisas entrem nos eixos agora...
A vida... nem sei mais o q dizer dela.. só sei dizer q cansei... Sim, cansei.... não quero mais... a partir de hoje tentarei levar uma nova vida.. se essa também não der certo... não sei....
"Chega um dia em que se o homem não deixar tudo para trás não vai para a frente." MICÍTAUS DO ISSÁS
Ai ai... chega a noite esse resfriado piora, que saco viu....
Liguei pro Noam, tadinho ele ainda tá bem dodói.. Eu disse q remédio homeopático não serve pra isso mas não adianta.. cabeça dura....
Amanha eu vou com o Fê e com o Tiago no cinema, vamos ver Final Fantasie.. espero q seja bom... o resto do pessoal nem vai.. o Ken pq já viu, o Ale pq o Noam não vai... que coisa...
Ahn... ninguém me disse nada sobre as imagens novas q coloquei.. poxa :(
Me escrevam, né?!
Beijinhos
Oi, oi, oi, boa sexta feira para todos.....
Bom, finalmente retornei ao cursinho.... estou bem melhor da minha gripe biônica, espero q ela não volte hehehe
Acabei de receber um e-mail do Greenpeace.... eu sou sócia de lá... e continuo achando um absurdo essa historia dos transgênicos (clique aqui para ler). Para quem não sabe escrevi uma monografia sobre as drogas q consumimos sem saber.. e certamente os alimentos transgênicos fazem parte dessas porcarias... não sou radical ao ponto de dizer para q não se coma carne e coisas do gênero.. mas acho q a qualidade dos alimentos poderia melhorar com pesquisa cientifica e não com mutações. Outra causa muito importante q o Greenpeace defende e que me faz acreditar em sua filosofia é a campanha contra o projeto Guerra nas Estrelas do "Grande Imperador Texano"... Abaixo essa manipulação absurda dos estados unidos.... prepotentes, que não assumem o q assinaram no tratado de Kyoto... Vou sim me mudar pra Rússia e trabalhar como agente da KGB hehehe
Tirando um pouquinho da revolta.. hehehe Hoje o Dani, carioca, q tá morando em Brasília me ligou.. hehhe... mas eu esqueci o cel em casa... tava com a cabeça no mundo da lua hj de manha... O Junior me ligou ontem tb, não o advogado, o futuro publicitário.. heheh, finalmente tb.. mas tem um monte de gente q nem me liga... todo mundo esqueceu dessa amiga chata aqui.... mas eu não esqueço de vcs.... viu!!!
Bom, vou indo por aqui.... beijinhos....
Pessoal, acabei de colocar no ar a seção mais inútil do meu blog... lá tem um monte de imagens e fotos engraçadas, que recebi por e-mail... espero q curtam..
Ah, a seção besteiras está dentro de links
beijinhos
É, milagres acontecem.. pra dizer a verdade o dia de ontem foi muito estranho.. o Brasil ganhou.. cara.. não sei como não choveu.. porque isso é algo bem E.T. hehehe Bom, sei q não fui pra aula hj, ah.. não tenho culpa...to muito dodói.. o Noam tb não foi... tá todo mundo meio q se arrastando... Ah pessoal, não sei se vcs viram mas agora nós, pessoas com mais de 18 e menos de 21 já temos maioridade civil também... Finalmente estão reformulando essas leis do século passado...
Beijinhos
Será q o Brasil vai pra copa???
Hahaha, não sei mesmo...
PROCURA-SE (P/ O MEU MELHOR AMIGO):
Garota, no mínimo 16 anos, loira, cabelo curto, muito curto, não vale chanel. Que goste de Cranberries e que não fume. Interessadas q preencham todos os requisitos por favor enviem um e-mail. Ele é bem legal, 18 anos, 1,80, 76 kg, olhos verdes meio azulados, divertido, simpático, inteligente, fiel, um bom rapaz....
Um Beijo

Foste o beijo melhor da minha vida,
Ou talvez o pior... Glória e tormento,
Contigo à luz subi do firmamento,
Contigo fui pela infernal descida!
Morreste, e o meu desejo não te olvida:
Queimas-me o sangue, enches-me o pensamento,
E do teu gosto amargo me alimento,
E rolo-te na boca malferida.
Beijo extremo, meu prêmio e meu castigo,
Batismo e extrema-unção, naquele instante
Por que, feliz, eu não morri contigo?
Sinto-te o ardor, e o crepitar te escuto,
Beijo divino! E anseio, delirante,
Na perpétua saudade de um minuto...

Olavo Bilac
Sou o Espírito da treva,
A Noite me traz e leva;
Moro à beira irreal da Vida,
Sua onda indefinida
Refresca-me a alma de espuma...
Pra além do mar há a bruma...
E pra aquém? há Cousa ou Fim?
Nunca olhei para trás de mim...

Fernando Pessoa
AH, lembrei.. muitas pessoas me perguntam quem eu sou nas fotos... Sou a da esquerda, ok? Em todas as fotos....
beijinhos
OI, oi, oi pessoal, tudo bem?
Eu não to muito bem não... resfriada.. se pá até com sinusite... com dor de cabeça.. mas vamos levando né?! Putz meu,e estudei pra caramba hj, fui buscar meu vídeo cassete q tava no concertando e dei uma boa atualizada no site... coloquei mais imagens....
Queria saber a opinião de vcs... deveria colocar uns mp3 no site ou nem?
Beijinhos
E a pessoal, tudo certo?
Acabei de voltar do anglo... tive aula de geografia (extra) de tarde.. nossa meu... muito cansativo.. além do q a sala tava um forno... tudo coopera para a minha não melhora desse maldito resfriado...
Bom, por causa do meu estado não vou escrever muito.. mas prometo q amanha eu recompenso.. beijinhos